O que falar da nossa última aula do professor Fernando?
Bom... ao iniciarmos a nossa tarde de aprendizagem com nosso mestre foi nos passada a atividade de procurar no dicionário em dupla (a dupla do blog) o significado de palavras que continham no texto para discussão em sala.
EX: RESIGNIFICAR - é dar novo significado de algo a alguém ou fazer novo significado de algo ou de alguém.
Após isso, devíamos perguntar simultaneamente uma a outra "o que significa para a gente projetos integradores?"
- Chegamos a conclusão que projetos integradores é uma disciplina que ensina os pedagogos os métodos didáticos que serão aplicados em sala de aula.
No terceiro momento da aula, nosso professor nos passou a lição de assistir aos vídeos elaborados por cada grupo, relacionado aos tipos de conhecimentos. Segue os links abaixo:
Senso comum: https://www.youtube.com/watch?v=UrFtdEMWgV8
Filosófico: https://www.youtube.com/watch?v=XUIRCErVG3Y
Religioso: https://www.youtube.com/watch?v=y4feya8pPck
Científico: https://www.youtube.com/watch?v=QoKNtlN50RQ
Também nos foi recomendado por ele, a leitura do livro O mundo de Sofia (disponível em pdf para leitura : http://www.projeto.camisetafeitadepet.com.br/imagens/banco_imagem_livros/6_livro_site.pdf )
Falamos sobre o que é Pesquisa e os seus métodos. (em slide passado em aula)
- Pesquisa é a investigação feita com o objetivo expresso de obter conhecimento específico e estruturado sobre um assunto preciso.
- Para se fazer uma pesquisa é preciso problematizar, se admirar, perguntar
- Cientistas são eternos inconformados, com isso eles estarão sempre buscando novas explicações.
- De onde nasce a pesquisa: da estranheza do cotidiano.
- Pesquisa: buscar o que não se sabe; saber formular perguntas, projetar ações inusitadas.
Houve um debate com a seguinte pergunta "Gostarias de ser um cientista?" Opiniões divididas...
Nós não devemos manter uma verdade absoluta, só por que foi dito por um professor ou um filme que se diz basear na história.
Ex: Fábula dos 7 cegos e o elefante.
“Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos. Como os seus conselhos eram sempre excelentes, todas as pessoas que tinham problemas recorriam à sua ajuda.
Embora fossem amigos, havia uma certa rivalidade entre eles que, de vez em quando, discutiam sobre qual seria o mais sábio.
Certa noite, depois de muito conversarem acerca da verdade da vida e não chegarem a um acordo, o sétimo sábio ficou tão aborrecido que resolveu ir morar sozinho numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:
– Somos cegos para que possamos ouvir e entender melhor que as outras pessoas a verdade da vida. E, em vez de aconselhar os necessitados, vocês ficam aí discutindo como se quisessem ganhar uma competição. Não aguento mais! Vou-me embora.
No dia seguinte, chegou à cidade um comerciante montado num enorme elefante. Os cegos nunca tinham tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.
O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:
– Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar nos seus músculos e eles não se movem; parecem paredes…
– Que palermice! – disse o segundo sábio, tocando nas presas do elefante. – Este animal é pontiagudo como uma lança, uma arma de guerra…
– Ambos se enganam – retorquiu o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante. – Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia…
– Vocês estão totalmente alucinados! – gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do elefante. – Este animal não se parece com nenhum outro. Os seus movimentos são bamboleantes, como se o seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante…
– Vejam só! – Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! – irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante. – Este animal é como uma rocha com uma corda presa no corpo. Posso até pendurar-me nele.
E assim ficaram horas debatendo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança.
Ouvindo a discussão, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tacteou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:
– É assim que os homens se comportam perante a verdade. Pegam apenas numa parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!”
"Todos nós somos convidados a inquietação e a admiração."
essa frase foi dita em sala e me chamou bastante atenção, por isso resolvi coloca-la aqui no blog.
Para descontrair:
( a cara que eu faço quando o professor Fernando passa as atividades da semana rsrs)



